
A última análise da PROTESTE foi divulgada em abril do ano passado. A falta de segurança elétrica e térmica eliminou cinco de seis chapinhas testadas, por acarretar risco aos consumidores. Apesar de notificação às autoridades nada foi feito. Os aparelhos perigosos continuam no mercado.
A Proteste não tomou conhecimento da marca do produto utilizado pela jovem que foi vítima desta vez, e aguarda mais informações para avaliar se configura-se acidente de consumo, aquele em que apesar do produto ser usado de forma adequada, provoca danos a saúde e segurança do consumidor por apresentar defeito.
fonte:imprensa@proteste