segunda-feira, 15 de dezembro de 2014
quinta-feira, 11 de dezembro de 2014
terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Municípios recebem R$ 526 milhões em repasses de ICMS da Secretaria da Fazenda
O governo do Estado de São Paulo deposita nesta terça-feira (9/12) R$ 526,59 milhões em repasses de ICMS para os 645 municípios paulistas. O repasse feito pela Secretaria da Fazenda é referente ao montante arrecadado no período de 1 a 5 de dezembro de 2014. Os valores correspondem a 25% da arrecadação do imposto, que são distribuídos às administrações municipais com base na aplicação do Índice de Participação dos Municípios (IPM) definido para cada cidade.
Para o mês de dezembro, a Secretaria da Fazenda estima um repasse total de R$ 2 bilhões, distribuídos em quatro depósitos semanais para os municípios paulistas. Os depósitos semanais são realizados por meio da Secretaria da Fazenda sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br), no link Municípios e Parcerias > Repasse de Tributos.
Nos onze meses do ano a Secretaria da Fazenda depositou R$ 21,92 bilhões aos municípios paulistas.
Em 2013, em 53 depósitos realizados, o Governo de São Paulo repassou às prefeituras do Estado o total de R$ 24,02 bilhões.
Agenda Tributária
Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada em até 5 períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações.
Índice de Participação dos Municípios
Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertencem aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º).
Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93.
Para o mês de dezembro, a Secretaria da Fazenda estima um repasse total de R$ 2 bilhões, distribuídos em quatro depósitos semanais para os municípios paulistas. Os depósitos semanais são realizados por meio da Secretaria da Fazenda sempre até o segundo dia útil de cada semana, conforme prevê a Lei Complementar nº 63, de 11/01/1990. As consultas dos valores podem ser feitas no site da Secretaria da Fazenda (www.fazenda.sp.gov.br), no link Municípios e Parcerias > Repasse de Tributos.
Nos onze meses do ano a Secretaria da Fazenda depositou R$ 21,92 bilhões aos municípios paulistas.
Mês
|
Nº de Repasses
|
Valor Depositado
|
Janeiro
|
5
|
R$ 1,98 bilhão
|
Fevereiro
|
4
|
R$ 1,96 bilhão
|
Março
|
4
|
R$ 1,87 bilhão
|
Abril
|
4
|
R$ 1,62 bilhão
|
Maio
|
5
|
R$ 2,30 bilhões
|
Junho
|
4
|
R$ 1,93 bilhão
|
Julho
|
5
|
R$ 2,23 bilhões
|
Agosto
|
4
|
R$ 1,79 bilhão
|
Setembro
|
4
|
R$ 2,01 bilhões
|
Outubro
|
5
|
R$ 2,18 bilhões
|
Novembro
|
4
|
R$ 2,05 bilhões
|
Total: R$ 21,92 bilhões
| ||
Em 2013, em 53 depósitos realizados, o Governo de São Paulo repassou às prefeituras do Estado o total de R$ 24,02 bilhões.
Agenda Tributária
Os valores semanais transferidos aos municípios paulistas variam em função dos prazos de pagamento do imposto fixados no regulamento do ICMS. Dependendo do mês, pode haver até cinco datas de repasses. As variações destes depósitos oscilam conforme o calendário mensal, os prazos de recolhimento e o volume dos recursos arrecadados. A agenda de pagamentos está concentrada em até 5 períodos diferentes no mês, além de outros recolhimentos diários, como por exemplo, os relativos à liberação das operações com importações.
Índice de Participação dos Municípios
Os repasses aos municípios são liberados de acordo com os respectivos Índices de Participação dos Municípios, conforme determina a Constituição Federal, de 5 de outubro de 1988. Em seu artigo 158, inciso IV está estabelecido que 25% do produto da arrecadação de ICMS pertencem aos municípios, e 25% do montante transferido pela União ao Estado, referente ao Fundo de Exportação (artigo 159, inciso II e § 3º).
Os índices de participação dos municípios são apurados anualmente (artigo 3°, da LC 63/1990), para aplicação no exercício seguinte, observando os critérios estabelecidos pela Lei Estadual nº 3.201, de 23/12/81, com alterações introduzidas pela Lei Estadual nº 8.510, de 29/12/93.
fonte
| Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo |
terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Turismo faturou 3,7% a mais entre julho a setembro
A hotelaria foi o segmento que teve o maior aumento médio de faturamento no terceiro trimestre deste ano. Os meios de hospedagem avançaram 7,2% em relação ao período de julho a setembro do ano passado, quase o dobro do crescimento médio dos sete setores pesquisados pelo Ministério do Turismo (3,7%). Os números são do Boletim de Desempenho Econômico do Ministério do Turismo, feito em parceria com Fundação Getúlio Vargas. Foram ouvidos 553 empresas que empregam 77,8 mil pessoas e faturaram R$ 8,8 bilhões no trimestre.
Os empresários atribuíram o aquecimento dos negócios ao aumento da demanda por hospedagem de brasileiros, responsáveis por 83% da ocupação de leitos nos três meses avaliados. O impacto positivo foi influenciado pelos últimos 13 dias da realização da Copa do Mundo. As perspectivas para o último trimestre do ano também são de expansão, devido ao aquecimento do mercado doméstico de viagens no período de férias e festas de fim de ano.
Para o ministro do Turismo, Vinicius Lages, os números confirmam os bons resultados do turismo em 2014. “A realização da Copa no país e a visibilidade que o Brasil alcançou com o evento foram essenciais para o bom resultado”, lembra o ministro Lages. Os números do estudo também são confirmados pela Sondagem do Consumidor, estudo do Ministério do Turismo que mediu a intenção de viagem do brasileiro pelos próximos seis meses, tendo como base o mês de outubro. Foi a maior intenção de viagem do ano, com 31,6% dos entrevistados confirmando o desejo de viajar.
O turismo receptivo foi outro segmento que apresentou um aumento médio no faturamento de 6,6%, seguido pelas agências de viagem com 5%. De forma geral, os empresários do setor destacaram que entre os fatores responsáveis desempenho das empresas estão a maior divulgação dos atrativos e roteiros, e também pelos investimentos feitos. Já como limitadores do aumento no faturamento estão questões como os custos operacionais e o acirramento da competição.
O Boletim de Desempenho Econômico do Turismo, realizado pela FGV, avalia empreendimentos de sete segmentos do setor de turismo: meios de hospedagem, turismo receptivo, agências de viagens, transporte aéreo, organizadores de eventos, parques e atrações turísticas, e operadores de turismo.
Os empresários atribuíram o aquecimento dos negócios ao aumento da demanda por hospedagem de brasileiros, responsáveis por 83% da ocupação de leitos nos três meses avaliados. O impacto positivo foi influenciado pelos últimos 13 dias da realização da Copa do Mundo. As perspectivas para o último trimestre do ano também são de expansão, devido ao aquecimento do mercado doméstico de viagens no período de férias e festas de fim de ano.
Para o ministro do Turismo, Vinicius Lages, os números confirmam os bons resultados do turismo em 2014. “A realização da Copa no país e a visibilidade que o Brasil alcançou com o evento foram essenciais para o bom resultado”, lembra o ministro Lages. Os números do estudo também são confirmados pela Sondagem do Consumidor, estudo do Ministério do Turismo que mediu a intenção de viagem do brasileiro pelos próximos seis meses, tendo como base o mês de outubro. Foi a maior intenção de viagem do ano, com 31,6% dos entrevistados confirmando o desejo de viajar.
O turismo receptivo foi outro segmento que apresentou um aumento médio no faturamento de 6,6%, seguido pelas agências de viagem com 5%. De forma geral, os empresários do setor destacaram que entre os fatores responsáveis desempenho das empresas estão a maior divulgação dos atrativos e roteiros, e também pelos investimentos feitos. Já como limitadores do aumento no faturamento estão questões como os custos operacionais e o acirramento da competição.
O Boletim de Desempenho Econômico do Turismo, realizado pela FGV, avalia empreendimentos de sete segmentos do setor de turismo: meios de hospedagem, turismo receptivo, agências de viagens, transporte aéreo, organizadores de eventos, parques e atrações turísticas, e operadores de turismo.
fonte Ministério do Turismo
sexta-feira, 28 de novembro de 2014
Brasil é o 10º em consumo de macarrão instantâneo no mundo

Em 2013, o país consumiu 2,5 milhões de pacotes da massa considerada a "queridinha" de quem não tem tempo, nem habilidade na cozinha
Considerado o prato preferido dos brasileiros, o macarrão é fonte de carboidratos, fornece energia, vitaminas e minerais. Apesar de a Itália ser referência quando o assunto é massa, a origem do macarrão é chinesa. Os chineses são os maiores consumidores do mundo de um tipo de macarrão bem conhecido dos brasileiros: o ‘miojo’. Somente no ano de 2013, eles consumiram 46,2 milhões de pacotes. Logo atrás estão os indonésios, com 14,9 milhões, e o Japão, com 5,5 milhões.
O Brasil fica em 10º lugar no ranking, com 2,5 mi de pacotes consumidos em 2013, segundo informações da WINA - Associação Mundial de Macarrão Instantâneo.
O macarrão do tipo lámen é fácil de preparar, rápido e versátil. Salvação de muitos estudantes que passam a morar sozinhos e têm que se virar para se alimentar de forma rápida e barata.
O Miojo foi criado em 1948 por Momofuku Ando, depois de notar que a comida era escassa após a Segunda Guerra Mundial.
Ando percebeu que as pessoas passavam horas na fila para comprar alimentos no mercado negro, devido ao racionamento, assim o “rei do lámen” concluiu que “só haveria paz no mundo quando o povo tivesse comida suficiente”.
Nascido em Taiwan em 1910, quando o país vivia sob ocupação japonesa, o jovem Ando mudou-se para o Japão e trabalhou em várias empresas antes de se tornar o inventor do primeiro lámen instantâneo. Ele faleceu aos 96 anos, no ano de 2007.
Sobre a NISSIN-AJINOMOTO – Resultado da fusão entre a Ajinomoto CO. Inc. e a Nissin Foods Holdings Co. Ltda., a joint-venture se consolidou no país como líder no segmento de macarrão instantâneo. Atualmente, fabrica 47 produtos para consumidores, divididos em 10 linhas. Com fábricas em Ibiúna (São Paulo) e em Glória do Goitá (Pernambuco), investe sempre em boas práticas para satisfazer as necessidades de seus clientes e melhorar continuamente seus produtos e serviços.
fonte: Approach - SP/Maxpress
quinta-feira, 27 de novembro de 2014
terça-feira, 25 de novembro de 2014
quinta-feira, 20 de novembro de 2014
Exame oftalmológico pode indicar risco de AVC
Pessoas diabéticas e hipertensas estão sempre entre os principais integrantes do grupo de risco de graves problemas cardiovasculares como os AVCs. Porém, poucos métodos na medicina são capazes de dizer com precisão quando o problema é iminente ou não. Por isso, um procedimento oftalmológico realizado no Hospital do Coração (HCor) tem colaborado bastante com esse tipo de previsão. Trata-se da chamada fundoscopia, ou exame de fundo de olho. “O fundo dos olhos é o único local do corpo onde podemos visualizar veias e artérias com perfeição e em pleno funcionamento, sem necessidade de incisão. Por ali, conseguimos verificar com mais facilidade se os vasos apresentam alteração no calibre ou perfazem um trajeto tortuoso com sinais de cruzamento – o que costuma indicar alterações relacionadas à pressão arterial”, explica a Dra Caroline Ferraz, oftalmologista do Centro de Dignósticos do HCor na Cidade Jardim.
A Dra Caroline explica que o exame de fundo de olho permite uma avaliação sumária das veias e artérias próximas ao nervo óptico e da retina. Por isso, o procedimento também pode apontar alterações relacionadas a outras doenças, como diabetes e hipertensão, mesmo quando o paciente não apresenta sintomas. “Ao detectarmos anomalias que indicam a presença de alguma dessas doenças ou de ocorrências mais graves, como o risco de AVC, podemos encaminhar os pacientes para o tratamento adequado a tempo de impedir que a sua situação se agrave”, afirma a Dra Caroline. “Isso é importante, já que grande parte das pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares levam um bom tempo para descobrir o problema e, muitas vezes, só começam a tomar os cuidados necessários quando a sua saúde já está bastante debilitada ou após uma crise”, diz a oftalmologia do Centro de Diagnósticos do HCor.
Cuidado com a visão
Além de ser a origem de diversos problemas que afetam o cérebro, o coração e até os rins, a hipertensão sistêmica também prejudica os olhos. A doença é fator de risco para o aparecimento de oclusões vasculares da retina, macroaneurismas, além de piorar retinopatias diabéticas pré-existentes. “Na maioria dos casos, as alterações de fundo de olho acontecem de maneira lenta e progressiva, sem afetar bruscamente a acuidade visual. Porém, sem a realização de exames que verifiquem essa região ocular há risco de que lesões menores se agravem dando origem a hemorragias”, explica a Dra Caroline. “Portanto, a detecção precoce de anormalidades oculares ainda é a melhor maneira de pre venir e diminuir a incidência de casos de baixa visão e cegueira, preservando a saúde e bem-estar do indivíduo”, avalia a oftalmologista, lembrando que nos checkups do HCOR o exame de fundo de olho é realizado em todos os pacientes, independentemente do seu perfil ou do problema de saúde que possam apresentar.
A Dra Caroline explica que o exame de fundo de olho permite uma avaliação sumária das veias e artérias próximas ao nervo óptico e da retina. Por isso, o procedimento também pode apontar alterações relacionadas a outras doenças, como diabetes e hipertensão, mesmo quando o paciente não apresenta sintomas. “Ao detectarmos anomalias que indicam a presença de alguma dessas doenças ou de ocorrências mais graves, como o risco de AVC, podemos encaminhar os pacientes para o tratamento adequado a tempo de impedir que a sua situação se agrave”, afirma a Dra Caroline. “Isso é importante, já que grande parte das pessoas que sofrem de doenças cardiovasculares levam um bom tempo para descobrir o problema e, muitas vezes, só começam a tomar os cuidados necessários quando a sua saúde já está bastante debilitada ou após uma crise”, diz a oftalmologia do Centro de Diagnósticos do HCor.
Cuidado com a visão
Além de ser a origem de diversos problemas que afetam o cérebro, o coração e até os rins, a hipertensão sistêmica também prejudica os olhos. A doença é fator de risco para o aparecimento de oclusões vasculares da retina, macroaneurismas, além de piorar retinopatias diabéticas pré-existentes. “Na maioria dos casos, as alterações de fundo de olho acontecem de maneira lenta e progressiva, sem afetar bruscamente a acuidade visual. Porém, sem a realização de exames que verifiquem essa região ocular há risco de que lesões menores se agravem dando origem a hemorragias”, explica a Dra Caroline. “Portanto, a detecção precoce de anormalidades oculares ainda é a melhor maneira de pre venir e diminuir a incidência de casos de baixa visão e cegueira, preservando a saúde e bem-estar do indivíduo”, avalia a oftalmologista, lembrando que nos checkups do HCOR o exame de fundo de olho é realizado em todos os pacientes, independentemente do seu perfil ou do problema de saúde que possam apresentar.
fonte TARGET ASSESSORIA DE COMUNIC. S/C LTDA./ MAXPRESS
terça-feira, 18 de novembro de 2014
Vendas a prazo crescem 4,5% na 1ª quinzena de novembro
As vendas a crédito no varejo paulistano avançaram 4,5% nos primeiros quinze dias de novembro ante o mesmo período de 2013. É o que informa o IMC (Indicador de Movimento do Comércio a Prazo) do Balanço de Vendas da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Para a entidade, o crescimento pode ter sido impulsionado pelas promoções e facilidades nas compras de aparelhos eletrônicos.
Já as vendas à vista, de acordo com o ICH (Indicador de Movimento de Cheques), caíram 1,4% na primeira quinzena - também na comparação com o ano passado. "Esperamos que, com o pagamento da primeira parcela do 13º salário e com o verão, melhorem as vendas à vista, especialmente de itens como roupas e calçados da Moda Praia", afirma Rogério Amato, presidente da ACSP, da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).
Comparação mensal
Na primeira quinzena de novembro, as vendas a prazo e à vista apresentaram quedas sazonais de 9,2% e 13,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período de outubro de 2014. O motivo é a base forte de comparação - outubro contou com o Dia das Crianças.
Inadimplência estável
O IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes), que mede a entrada de registro de consumidores inadimplentes, apresentou queda de 3% em relação ao ano passado, refletindo a cautela do consumidor ao longo de 2014. E foi registrada alta sazonal de 6,6% na primeira metade de novembro ante o mesmo período de outubro.
O IRC (Indicador de Recuperação de Crédito), que aponta os cancelamentos de dívidas, registrou queda de 2,9% ante 2013 e recuou sazonal de 2,2% ante a primeira quinzena de outubro.
Já as vendas à vista, de acordo com o ICH (Indicador de Movimento de Cheques), caíram 1,4% na primeira quinzena - também na comparação com o ano passado. "Esperamos que, com o pagamento da primeira parcela do 13º salário e com o verão, melhorem as vendas à vista, especialmente de itens como roupas e calçados da Moda Praia", afirma Rogério Amato, presidente da ACSP, da Facesp (Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo).
Comparação mensal
Na primeira quinzena de novembro, as vendas a prazo e à vista apresentaram quedas sazonais de 9,2% e 13,3%, respectivamente, em relação ao mesmo período de outubro de 2014. O motivo é a base forte de comparação - outubro contou com o Dia das Crianças.
Inadimplência estável
O IRI (Indicador de Registro de Inadimplentes), que mede a entrada de registro de consumidores inadimplentes, apresentou queda de 3% em relação ao ano passado, refletindo a cautela do consumidor ao longo de 2014. E foi registrada alta sazonal de 6,6% na primeira metade de novembro ante o mesmo período de outubro.
O IRC (Indicador de Recuperação de Crédito), que aponta os cancelamentos de dívidas, registrou queda de 2,9% ante 2013 e recuou sazonal de 2,2% ante a primeira quinzena de outubro.

fonte ACSP - Associação Comercial de São Paulo/maxpress
quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Assinar:
Postagens (Atom)



