quinta-feira, 13 de novembro de 2014
Empresas devem usar financiamento para pagar 13º salário
Mais de 29% das empresas consultadas pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) devem recorrer a financiamento de terceiros, principalmente empréstimos bancários, para arcar com o pagamento do 13º salário no final deste ano. Em 2013, o número apurado foi inferior: 27,5%. Já o percentual de indústrias que devem utilizar as reservas provisiona das durante o ano para pagamentos dessa natureza caiu para 45,7% em 2014 ante 49,3% em 2013.
Os números são da pesquisa Rumos da Indústria Paulista (http://www.fiesp.com.br/indices-pesquisas-e-publicacoes/rumos-da-industria/) , que avalia anualmente as dificuldades do setor industrial para pagar o 13º salário. A pesquisa ouviu 578 empresas entre 1 e 27 de outubro, sendo 61,2% delas de pequeno porte (até 99 empregados), 32% de médio porte (de 100 a 499) e 6,8% de grande porte (500 empregados ou mais).
O levantamento revela um dado preocupante: além da maior procura por financiamento de terceiros, o crédito está mais restrito e mais caro.
Pagamento do 13º
Os números são da pesquisa Rumos da Indústria Paulista (http://www.fiesp.com.br/indices-pesquisas-e-publicacoes/rumos-da-industria/) , que avalia anualmente as dificuldades do setor industrial para pagar o 13º salário. A pesquisa ouviu 578 empresas entre 1 e 27 de outubro, sendo 61,2% delas de pequeno porte (até 99 empregados), 32% de médio porte (de 100 a 499) e 6,8% de grande porte (500 empregados ou mais).
O levantamento revela um dado preocupante: além da maior procura por financiamento de terceiros, o crédito está mais restrito e mais caro.
Pagamento do 13º
A pesquisa revela crescimento no número de empresários que devem recorrer ao financiamento de terceiros, principalmente bancos, para pagar o 13º salário. E o aumento das dificuldades no acesso a esse crédito e dos custos com esse capital.
O levantamento da Fiesp apurou que 29,2% das empresas ouvidas devem recorrer ao capital de terceiros, o maior percentual desde 2008, quando 31,5% das indústrias afirmaram utilizar financiamento de terceiros. Enquanto isso, 45,7% das empresas entrevistadas afirmaram que devem utilizar o saldo provisionado pelo faturamento do ano para fazer os pagamentos, a menor taxa desde o início da série em 2008.
Das empresas que estão recorrendo a bancos para pagar o 13º, 68,6% afirmaram que encontraram mais dificuldades no acesso ao crédito. Além disso, o custo do crédito ficou muito mais caro para 27,1% das empresas e mais caro para 51,9% dos entrevistados.
O gerente do Depecon explica que a indústria de transformação foi o setor que mais sofreu com os desequilíbrios da economia. "Então, quando a indústria do país para, isso se espalha para a economia."
O levantamento da Fiesp apurou que 29,2% das empresas ouvidas devem recorrer ao capital de terceiros, o maior percentual desde 2008, quando 31,5% das indústrias afirmaram utilizar financiamento de terceiros. Enquanto isso, 45,7% das empresas entrevistadas afirmaram que devem utilizar o saldo provisionado pelo faturamento do ano para fazer os pagamentos, a menor taxa desde o início da série em 2008.
Das empresas que estão recorrendo a bancos para pagar o 13º, 68,6% afirmaram que encontraram mais dificuldades no acesso ao crédito. Além disso, o custo do crédito ficou muito mais caro para 27,1% das empresas e mais caro para 51,9% dos entrevistados.
O gerente do Depecon explica que a indústria de transformação foi o setor que mais sofreu com os desequilíbrios da economia. "Então, quando a indústria do país para, isso se espalha para a economia."
fonte: Fiesp/Maxpress
quarta-feira, 12 de novembro de 2014
Como será a gestão da água em 2040
Arup publica estudo com previsões para a melhor utilização dos recursos hídricos nas grandes cidades
A Arup, empresa multidisciplinar de engenharia de projetos, publicou um estudo sobre cenários futuros para a gestão da água urbana em 2040, com o objetivo de auxiliar cidades de todo o mundo que enfrentam desafios de abastecimento e uso sustentável dos seus recursos hídricos, como por exemplo São Paulo. Usando como referência Sydney, na Austrália, o relatório destaca diversas tendências sociais, econômicas, ambientais, políticas e tecnológicas que podem nortear o uso da água no futuro.
O estudo analisa como será o abastecimento de água em Sydney e em outras grandes cidades daqui a 25 anos, levando-se em conta o crescimento populacional, a escassez de recursos hídricos e as pressões orçamentárias contínuas. Alguns cenários para o futuro da cidade australiana são examinados, sendo que cada um prevê o movimento da indústria em uma nova direção, com várias oportunidades para clientes, infraestrutura e administração pública.
Uma parte desses cenários traz pequenas mudanças, como a introdução de produtos e serviços que utilizam a medição inteligente da água, monitoramento em tempo real, aplicativos de smartphones e tecnologias relacionadas.
Já outros sugerem transformações mais amplas, tais como a autogestão do abastecimento de água por comunidades locais, maior papel para a indústria privada na construção e operação de sistemas de água específicos, além de faturamento diferenciado do cliente.
Enquanto as tendências identificadas pela Arup oferecem um panorama do futuro da gestão de água em grandes metrópoles, frente às pressões demográficas e econômicas, elas também avaliam as oportunidades dos serviços públicos de água na geração de energia e recuperação de recursos a partir de resíduos.
De acordo com Ricardo Pittella, diretor da Arup no Brasil, "este estudo da Arup traz uma grande contribuição no sentido de propor soluções criativas para uma gestão inovadora e eficiente de nossos recursos hídricos para as próximas décadas, orientando empresas e prefeituras a planejarem e realizarem mudanças em escala local e global".
A Arup, empresa multidisciplinar de engenharia de projetos, publicou um estudo sobre cenários futuros para a gestão da água urbana em 2040, com o objetivo de auxiliar cidades de todo o mundo que enfrentam desafios de abastecimento e uso sustentável dos seus recursos hídricos, como por exemplo São Paulo. Usando como referência Sydney, na Austrália, o relatório destaca diversas tendências sociais, econômicas, ambientais, políticas e tecnológicas que podem nortear o uso da água no futuro.
O estudo analisa como será o abastecimento de água em Sydney e em outras grandes cidades daqui a 25 anos, levando-se em conta o crescimento populacional, a escassez de recursos hídricos e as pressões orçamentárias contínuas. Alguns cenários para o futuro da cidade australiana são examinados, sendo que cada um prevê o movimento da indústria em uma nova direção, com várias oportunidades para clientes, infraestrutura e administração pública.
Uma parte desses cenários traz pequenas mudanças, como a introdução de produtos e serviços que utilizam a medição inteligente da água, monitoramento em tempo real, aplicativos de smartphones e tecnologias relacionadas.
Já outros sugerem transformações mais amplas, tais como a autogestão do abastecimento de água por comunidades locais, maior papel para a indústria privada na construção e operação de sistemas de água específicos, além de faturamento diferenciado do cliente.
Enquanto as tendências identificadas pela Arup oferecem um panorama do futuro da gestão de água em grandes metrópoles, frente às pressões demográficas e econômicas, elas também avaliam as oportunidades dos serviços públicos de água na geração de energia e recuperação de recursos a partir de resíduos.
De acordo com Ricardo Pittella, diretor da Arup no Brasil, "este estudo da Arup traz uma grande contribuição no sentido de propor soluções criativas para uma gestão inovadora e eficiente de nossos recursos hídricos para as próximas décadas, orientando empresas e prefeituras a planejarem e realizarem mudanças em escala local e global".
fonte : Race Comunicação/Maxpress
terça-feira, 11 de novembro de 2014
Varejo paulistano sobre queda
Pesquisa da FecomercioSP aponta recuo de 12,9% nas vendas no município de São Paulo e faturamento de R$ 13,1 bilhões em agosto; oito das dez atividades que compõem o setor obtiveram resultado negativo
As vendas do varejo na capital paulista em agosto recuaram 12,9% em comparação ao mesmo mês do ano anterior, totalizando faturamento de R$ 13,1 bilhões. No acumulado do ano, a queda é de 4,7%. Os números são da Pesquisa Conjuntural do Comércio Varejista (PCCV), apresentada mensalmente pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) com dados da Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo (Sefaz).
Com esse resultado, a cidade registrou a segunda pior queda no mês entre as 16 regiões pesquisadas no Estado. Das dez atividades que compõem o setor, oito tiveram resultado negativo. As mais afetadas foram as concessionárias de veículos (-33,4%) e as lojas de eletrodomésticos e eletrônicos (-28,2%).
Já as farmácias e perfumarias (3,3%) e as lojas de vestuário, tecidos e calçados (0,7%) foram as duas únicas atividades que elevaram as vendas no período, ainda que de forma tímida. O resultado seguiu a tendência de quase todas as regiões pesquisadas e do total do Estado, em que apenas dois segmentos não reduziram a receita real.
Na análise da FecomercioSP, a expressiva queda de 12,9% surpreende, pois era esperado que em agosto o município já tivesse se recuperado dos impactos da realização da Copa do Mundo - que cancelou centenas de eventos de negócios lucrativos para a cidade.
A expectativa era que as perdas fossem recompostas e o consumo voltasse a alcançar patamares mais positivos. Contudo, a capital paulista também vive um momento de fragilidade no consumo em razão do baixo nível de confiança das famílias e dos empresários, que reduzem os investimentos - ao lado de baixa propensão aos gastos. Esse movimento faz com que não se invista porque as vendas estão fracas e não se compra porque há sinais de desaceleração no consumo.
Nesse ambiente, a Entidade avalia que mais uma queda mensal intensifica o pessimismo na projeção de vendas da capital paulista para o fim do ano.
fonte Fecomercio/Maxpress
17 de novembro - Dia Mundial da DPOC
Difícil acesso ao diagnóstico e desconhecimento da doença são os principais entraves
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Segundo a Organização Mundial de Saúde, é a quarta causa de óbito no mundo, atrás apenas do infarto do miocárdio, câncer e doença cerebrovascular. As projeções da OMS mostram que será a terceira causa de morte no mundo até 2030. No Brasil, a doença mata cerca de 40 mil pessoas por ano.
Os custos da DPOC chegam a R$ 100 milhões anuais para os cofres públicos - cerca de 70% dos pacientes dependem do Sistema Único de Saúde (SUS) para a realização do tratamento, conforme o relatório do Fórum DPOC e Saúde Pública: Atendendo as necessidades dos pacientes, organizado pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT).
Causada pelo cigarro em 90% dos casos, além da análise clínica, é preciso diagnosticar com a realização da espirometria, teste que mede a função pulmonar. Cerca de seis milhões de pessoas no Brasil são portadores desta doença, no entanto, até 88% deles não recebem a confirmação da patologia, muitas vezes por falta de espirômetro disponível nos serviços de saúde.
“O acesso ao teste ainda é defasado, o que resulta em uma demanda reprimida muito alta. É preciso ampliar a disponibilidade, aumentando as chances de diagnóstico precoce”, destaca dr. Oliver Nascimento, presidente da Sociedade Paulista de Pneumologia e Tisiologia.
Não há cura para a DPOC, entretanto, a cessação ao tabagismo e o diagnóstico precoce são imprescindíveis para um tratamento bem sucedido e a redução dos altos custos da doença. Mesmo com a alta incidência, existem poucos centros de referência especializados; poucos deles distribuem medicamentos ou avaliam o desempenho dos pacientes.
Também faltam profissionais capacitados para diagnosticar corretamente. Isso atrasa o encaminhamento dos portadores da doença ao pneumologista para a confirmação diagnóstica e orientação terapêutica, retardando a detecção da doença e acarretando em um impacto econômico duplo: para o paciente e para o governo.
fonte Acontece Comunicação e Notícias
domingo, 2 de março de 2014
Dinheiro público que vai embora com a enxurrada
O DINHEIRO PUBLICO VAI EMBORA COM A ENXURRADA QUANDO CHOVE, POIS A OPERAÇÃO TAPA BURACO SE TORNOU UMA PIADA PARA ENGANAR OS MUNÍCIPES DE MARÍLIA-SP
FOTOS TIRADA DA AVENIDA HYGINO MUZY FILHO, NO JARDIM ARAXA
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
UNESCO lança Relatório 'Educação para Todos'
O "Relatório de Monitoramento Global de Educação para Todos", edição 2013/14, será lançado em seminário que ocorrerá no próximo dia 29 de janeiro, das 9h às 13h, simultaneamente no Brasil e Etiópia, na África. No Brasil, o evento ocorrerá no auditório do Museu da República, Esplanada dos Ministérios, em Brasília. Intitulado “Ensinar e aprender: alcançar a qualidade para todos”, o documento é uma publicação anual da UNESCO, órgão das Nações Unidas para Educação e Cultura.
Na ocasião, educadores previamente inscritos poderão apresentar suas experiências com ensino e aprendizagem. Bernardo Mançano Fernandes, coordenador da Cátedra UNESCO de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial, vinculado ao Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI), da Unesp, discorrerá sobre a iniciativa de a Universidade implementar o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe, nível mestrado.
Fernandes lembra que o TerritoriAL é o primeiro programa stricto sensu do país destinado à formação de oriundos de territórios camponeses, quilombolas, indígenas ou de outras populações tradicionais. “Nosso trabalho é colocar em ação as metas do Marco Estratégico da UNESCO no Brasil,” assinala. A primeira seleção do TerritoriAL ocorreu entre maio e julho de 2013, na qual foram escolhidos 39 mestrandos, sendo três estrangeiros.
TerritoriAL
O Programa de Pós–Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe é fruto da tradição da Unesp em pesquisa e extensão sobre a questão agrária e, recentemente, do progresso da Geografia Agrária no Câmpus de Presidente Prudente, com os trabalhos do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA) e do Centro de Estudos de Geografia do Trabalho (CEGET).
É oferecido em convênio com a Escola Nacional Florestan Fernandes, parceria com a Via Campesina e o Conselho Latino-americano de Ciência Sociais (CLACSO) e conta com apoio do PRONERA (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), além da UNESCO.
O objetivo é contribuir com a construção do conhecimento e com a elaboração de políticas públicas que viabilizem condições necessárias para a vida digna. Embora o espaço de análise seja a América Latina e Caribe, os projetos miram o mundo, propondo estudos comparativos com a América do Norte, Europa, África e Ásia.
Relatório
Criado para monitorar as Metas de Educação para Todos (EPT) até 2015, limite máximo para serem atingidas conforme estabelecido por 164 países no Fórum Mundial de Educação de Dakar, em 2000, o "Relatório de Monitoramento Global do EPT" 2013/2014 traz uma atualização do progresso do cumprimento das metas.
Esta edição inclui o monitoramento do item “financiamento para o alcance das Metas em âmbito global”. O foco é a importância da equidade e da qualidade da educação, com atenção especial à formação dos professores, pilares para o enfrentamento da crise na educação e no planejamento das políticas educacionais do Pós-2015.
Para a Coordenadora de Educação da Representação da UNESCO no Brasil, Rebeca Otero, o lançamento do "Relatório de Monitoramento de EPT" “é uma oportunidade de reunir os principais representantes e especialistas da educação e de fomentar o debate sobre a educação no Brasil, na América Latina e Caribe e no mundo”.
Os seis objetivos aprovados durante a Conferência de Dacar de 2000 a serem alcançados até 2015 são: Cuidados na primeira infância e educação; Educação primária universal; Habilidades para jovens e adultos; Alfabetização de adultos; Paridade e igualdade de gênero; Qualidade da educação.
Na ocasião, educadores previamente inscritos poderão apresentar suas experiências com ensino e aprendizagem. Bernardo Mançano Fernandes, coordenador da Cátedra UNESCO de Educação do Campo e Desenvolvimento Territorial, vinculado ao Instituto de Políticas Públicas e Relações Internacionais (IPPRI), da Unesp, discorrerá sobre a iniciativa de a Universidade implementar o Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe, nível mestrado.
Fernandes lembra que o TerritoriAL é o primeiro programa stricto sensu do país destinado à formação de oriundos de territórios camponeses, quilombolas, indígenas ou de outras populações tradicionais. “Nosso trabalho é colocar em ação as metas do Marco Estratégico da UNESCO no Brasil,” assinala. A primeira seleção do TerritoriAL ocorreu entre maio e julho de 2013, na qual foram escolhidos 39 mestrandos, sendo três estrangeiros.
TerritoriAL
O Programa de Pós–Graduação em Desenvolvimento Territorial na América Latina e Caribe é fruto da tradição da Unesp em pesquisa e extensão sobre a questão agrária e, recentemente, do progresso da Geografia Agrária no Câmpus de Presidente Prudente, com os trabalhos do Núcleo de Estudos, Pesquisas e Projetos de Reforma Agrária (NERA) e do Centro de Estudos de Geografia do Trabalho (CEGET).
É oferecido em convênio com a Escola Nacional Florestan Fernandes, parceria com a Via Campesina e o Conselho Latino-americano de Ciência Sociais (CLACSO) e conta com apoio do PRONERA (Programa Nacional de Educação na Reforma Agrária), CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), além da UNESCO.
O objetivo é contribuir com a construção do conhecimento e com a elaboração de políticas públicas que viabilizem condições necessárias para a vida digna. Embora o espaço de análise seja a América Latina e Caribe, os projetos miram o mundo, propondo estudos comparativos com a América do Norte, Europa, África e Ásia.
Relatório
Criado para monitorar as Metas de Educação para Todos (EPT) até 2015, limite máximo para serem atingidas conforme estabelecido por 164 países no Fórum Mundial de Educação de Dakar, em 2000, o "Relatório de Monitoramento Global do EPT" 2013/2014 traz uma atualização do progresso do cumprimento das metas.
Esta edição inclui o monitoramento do item “financiamento para o alcance das Metas em âmbito global”. O foco é a importância da equidade e da qualidade da educação, com atenção especial à formação dos professores, pilares para o enfrentamento da crise na educação e no planejamento das políticas educacionais do Pós-2015.
Para a Coordenadora de Educação da Representação da UNESCO no Brasil, Rebeca Otero, o lançamento do "Relatório de Monitoramento de EPT" “é uma oportunidade de reunir os principais representantes e especialistas da educação e de fomentar o debate sobre a educação no Brasil, na América Latina e Caribe e no mundo”.
Os seis objetivos aprovados durante a Conferência de Dacar de 2000 a serem alcançados até 2015 são: Cuidados na primeira infância e educação; Educação primária universal; Habilidades para jovens e adultos; Alfabetização de adultos; Paridade e igualdade de gênero; Qualidade da educação.
fonte UNESP - UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Carreta tomba na SP 294 em Marília-SP
Uma carreta tombou, no final da tarde da última quarta-feira, na rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294), na altura da cidade de Marília, no interior paulista.
De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o acidente aconteceu por volta das 17h45 na altura do quilômetro 447, sentido Tupã, no trecho de contorno da cidade. O condutor sofreu ferimentos leves e foi socorrido pelo Corpo de Bombeiros ao Hospital das Clínicas de Marília.
A PRE afirmou que o trânsito ficou bloqueado em uma das pistas até a remoção do veículo, causando lentidão no trecho, mas não soube informar o horário em que a via foi liberada.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Dori lança edição limitada de clássica bala de morango para o Natal
Em 2013, junto com os presentes, o Papai Noel, a ceia e a reunião familiar, o Natal terá um gostinho diferente à tradicionalíssima Bala de Morango Recheada da linha Frutsy. Muito associado à data mais celebrada do ano, o clássico doce da Dori Alimentos será lançado em edição limitada com vendas até dezembro e em embalagens de 700 gramas.
A presença da bala Frutsy nas noites de Natal vai além do seu sabor. É tradição da família brasileira usar o produto para confeccionar guirlandas e enfeitar suas casas. Visando reforçar esse laço, a Dori Alimentos publicou no seu site e na embalagem do confeito um tutorial que ensina de forma fácil e prática como fazer um adereço com ele. Confira o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=FTBgn0yj8vU
A valorização da Bala de Morango Recheada da linha Frutsy vem como mais uma das ações da Dori Alimentos para conferir maior valor agregado aos seus produtos. O licenciamento de personagens famosos, como Super Homem, Batman, Patolino, Frajola e Penélope Charmosa, a expansão da linha Yogurte100, a eterna bala da infância, o redesenho de diversas embalagens são algumas das ações da empresa que nesse sentido.
Toda essa movimentação da Dori reflete a nova estratégia estabelecida no início do ano. Para 2013, a meta é trocar 22% do portfólio de 260 produtos e fazer com que os novos itens representem 5% da receita anual de vendas.
A presença da bala Frutsy nas noites de Natal vai além do seu sabor. É tradição da família brasileira usar o produto para confeccionar guirlandas e enfeitar suas casas. Visando reforçar esse laço, a Dori Alimentos publicou no seu site e na embalagem do confeito um tutorial que ensina de forma fácil e prática como fazer um adereço com ele. Confira o vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=FTBgn0yj8vU
A valorização da Bala de Morango Recheada da linha Frutsy vem como mais uma das ações da Dori Alimentos para conferir maior valor agregado aos seus produtos. O licenciamento de personagens famosos, como Super Homem, Batman, Patolino, Frajola e Penélope Charmosa, a expansão da linha Yogurte100, a eterna bala da infância, o redesenho de diversas embalagens são algumas das ações da empresa que nesse sentido.
Toda essa movimentação da Dori reflete a nova estratégia estabelecida no início do ano. Para 2013, a meta é trocar 22% do portfólio de 260 produtos e fazer com que os novos itens representem 5% da receita anual de vendas.
fonte 2Pró Comunicação
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Infarto mata um brasileiro a cada cinco minutos
Aperto no peito irradiado para os membros superiores e pescoço. Este é o principal sintoma sentido por milhares de brasileiros que sofrem um infarto agudo do miocárdio. Segundo dados do Ministério da Saúde, o problema cardiovascular atinge mais de 300 mil pessoas por ano e faz 80 mil vítimas. O número representa um óbito a cada cinco minutos.
"A visita ao médico e a realização de exames de rotina auxiliam o cardiologista a detectar se o paciente está dentro do grupo de risco de um infarto agudo do miocárdio e a sugerir ações e tratamentos para prevenir futuros danos ao coração", esclarece cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Humberto Freitas.
Segundo o especialista, as pessoas ainda têm muitas dúvidas sobre o infarto agudo do miocárdio e dificuldades em reconhecer os sintomas de uma alteração cardíaca. Para esclarecer a população sobre o assunto, o especialista explica alguns mitos e verdades:
Quem ronca, tem predisposição ao infarto
Mito. Entre os distúrbios do sono, apenas a apneia pode contribuir com o infarto agudo do miocárdio. Isso porque a pessoa tem a respiração interrompida por mais de 10 segundos, por várias vezes, enquanto dorme. A apneia interfere na circulação do oxigênio no organismo, o que prejudica o bom funcionamento do coração.
Aspirina ajuda a salvar a vida de quem está enf artando
Verdade. Os efeitos do medicamento em casos de emergência ou prevenção do infarto agudo do miocárdio são cientificamente comprovados, mas apenas um médico poderá fazer essa recomendação a um paciente de risco. O uso indiscriminado da aspirina é muito perigoso e pode gerar hemorragias.
Uma pessoa pode enfartar e não perceber
Verdade. A maioria das pessoas sabe identificar apenas o sintoma básico do infarto agudo do miocárdio: aperto no peito irradiado para os membros superiores e pescoço. Outros sintomas, como dor na boca do estômago e náuseas, podem ser interpretados erroneamente pelo paciente, por exemplo, como gastrite. Por isso, em caso de suspeita, a pessoa deve ir imediatamente ao hospital para realização de um eletrocardiograma, exame que detecta o infarto agudo do miocárdio.
Quem sofre um infarto não pode praticar atividade física
Mito. É parte da reabilitação do paciente que sofreu um infarto agudo do miocárdio praticar atividade física. O médico responsável pelo caso vai avaliar qual o melhor programa. O especialista pode indicar diversas atividades. Entre elas, a prática de exercícios em academias especializadas na reabilitação de pacientes ou leve caminhada em ruas ou parques.
O infarto agudo do miocárdio atinge mais homens do que mulheres
Mito. A mortalidade de homens por infarto agudo do miocárdio é maior na população mais jovem, mas, com o envelhecimento, o índice de mulheres vítimas supera o de homens devido à diminuição dos hormônios ocasionada pela menopausa. A partir dos 70 anos, as mulheres passam a ser as principais vítimas.
Forte emoção pode provocar infarto
Verdade. Em pessoas com predisposição, uma forte emoção ou situação de grande estresse pode desencadear um infarto agudo do miocárdio. Os eventos são relativos e vão desde jogos de futebol, para os apaixonados pelo esporte, até a perda de um membro da família.
fonte maxpressnet
"A visita ao médico e a realização de exames de rotina auxiliam o cardiologista a detectar se o paciente está dentro do grupo de risco de um infarto agudo do miocárdio e a sugerir ações e tratamentos para prevenir futuros danos ao coração", esclarece cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, Humberto Freitas.
Segundo o especialista, as pessoas ainda têm muitas dúvidas sobre o infarto agudo do miocárdio e dificuldades em reconhecer os sintomas de uma alteração cardíaca. Para esclarecer a população sobre o assunto, o especialista explica alguns mitos e verdades:
Quem ronca, tem predisposição ao infarto
Mito. Entre os distúrbios do sono, apenas a apneia pode contribuir com o infarto agudo do miocárdio. Isso porque a pessoa tem a respiração interrompida por mais de 10 segundos, por várias vezes, enquanto dorme. A apneia interfere na circulação do oxigênio no organismo, o que prejudica o bom funcionamento do coração.
Aspirina ajuda a salvar a vida de quem está enf artando
Verdade. Os efeitos do medicamento em casos de emergência ou prevenção do infarto agudo do miocárdio são cientificamente comprovados, mas apenas um médico poderá fazer essa recomendação a um paciente de risco. O uso indiscriminado da aspirina é muito perigoso e pode gerar hemorragias.
Uma pessoa pode enfartar e não perceber
Verdade. A maioria das pessoas sabe identificar apenas o sintoma básico do infarto agudo do miocárdio: aperto no peito irradiado para os membros superiores e pescoço. Outros sintomas, como dor na boca do estômago e náuseas, podem ser interpretados erroneamente pelo paciente, por exemplo, como gastrite. Por isso, em caso de suspeita, a pessoa deve ir imediatamente ao hospital para realização de um eletrocardiograma, exame que detecta o infarto agudo do miocárdio.
Quem sofre um infarto não pode praticar atividade física
Mito. É parte da reabilitação do paciente que sofreu um infarto agudo do miocárdio praticar atividade física. O médico responsável pelo caso vai avaliar qual o melhor programa. O especialista pode indicar diversas atividades. Entre elas, a prática de exercícios em academias especializadas na reabilitação de pacientes ou leve caminhada em ruas ou parques.
O infarto agudo do miocárdio atinge mais homens do que mulheres
Mito. A mortalidade de homens por infarto agudo do miocárdio é maior na população mais jovem, mas, com o envelhecimento, o índice de mulheres vítimas supera o de homens devido à diminuição dos hormônios ocasionada pela menopausa. A partir dos 70 anos, as mulheres passam a ser as principais vítimas.
Forte emoção pode provocar infarto
Verdade. Em pessoas com predisposição, uma forte emoção ou situação de grande estresse pode desencadear um infarto agudo do miocárdio. Os eventos são relativos e vão desde jogos de futebol, para os apaixonados pelo esporte, até a perda de um membro da família.
fonte maxpressnet
foto internet
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